O AUTOR

14046081_120562985061940_5933329199945079453_nPABLO DUARTE CARDOSO nasceu em Juiz de Fora (MG), em 1976, e criou-se em Niterói (RJ). Formou-se em Direito pela UERJ, em 1998, e é diplomata de carreira desde 2000, tendo servido nas Embaixadas do Brasil em Buenos Aires, Washington e Ottawa.

Em 1987, em suas próprias palavras, “buscou relatar e analisar os fatos com a honestidade possível, quando o que está em jogo envolve tamanha dose de paixão”. Mas não esconde, prossegue, “que [escreveu] estas linhas de uma perspectiva rubro-negra“.

E seu pedigree rubro-negro é inquestionável. É torcedor do Flamengo desde o ventre da mãe, e a crônica familiar registra que uma de suas primeiras palavras foi “Zico”. Foi levado pelo pai ao Maracanã, pela primeira vez, em 1980 ou 1981, já não se sabe ao certo, e tornou-se habitué do Maior do Mundo até o crime de lesa-pátria cometido pelos que puseram abaixo o estádio para a Copa do Mundo de 2014. Cresceu idolatrando o Galinho de Quintino, e sua galeria de ídolos abrange todos os demais heróis da Era de Ouro (Raul, Leandro, Júnior, Adílio, Andrade, Nunes etc.), muitos dos integrantes do timaço de 1987 (com especial destaque para Renato Gaúcho), além de craques indiscutíveis como Dejan Petkovic e Adriano e figuras algo menos incontroversas como Anselmo, Júnior Baiano, Ronaldo Angelim e o grande Beto Cachaça.

Excetuada uma tese chatíssima sobre política exterior canadense, 1987 é a sua obra de estreia.

Além do Flamengo, gasta seu tempo livre com a literatura, a História, as histórias em quadrinhos (Peanuts, Calvin & Hobbes e Mafalda) e, cada vez mais, a subliteratura.

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